Segundo Schuchmann 1999a, há indivíduos intermédios entre baeri e outras subespécies de Thalurania furcata, onde as respetivas áreas de ocorrência se encontram. Se isso é certo, a validade do taxon baeri seria duvidosa.
Referências:
Hellmayr 1929, p. 392,
Grantsau 1988,
Schuchmann 1999a.
Figura 1. Vi esta ave num arbusto, no fim da tarde, na penumbra. Apareceu inteiramente preta, e eu fiquei bastante sorpreendido quando vi suas cores na foto, que foi feita com flash.
O verde da garganta e o azul do peito e da barriga mostram que este indivíduo é um macho. Só com base na foto, não é possivel determinar a subespécie. A comparação com a prancha 23 de Grantsau 1988 mostra que deve ser ou baeri (Grantsau, fig. 6) ou balzani (Grantsau, fig. 4), por conta da cor branca do crisso e das coberteiras inferiores da cauda. No entanto, a diferença entre estas duas subespécies é a cor da face, que não é visível na foto. Por isso, a classificação foi baseada na localidade, que está situada na área de ocorrência de baeri (veja lado esquerdo). Obviamente, há um risco de erro nesta abordagem.
Início da página