Segundo a literatura, há ainda outra subespécie no nordeste, a saber P. t. tapera. Esta raça não tem a faixa de manchas marrons-cinzas no peito médio (Hellmayr 1936, Ridgely and Tudor 1989).
Figura 1. Progne tapera fusca pode facilmente ser identificado pela faixa de manchas escuras no peito médio. Na Fazenda Canaã, um bando de mais que 100 destas andorinhas podia frequentemente ser visto, sentadas num fil de energia. O indivíduo acima é uma delas.
A data da foto (28 de fevereiro) é interessante. Estas andorinhas nidificam no sul, e hibernam no norte. Nosso indivíduo, e seu bando, devem ter deixado suas terras meridionais bastante cedo. Isto confirma Sick 1997, que escreveu que "... acumulações migratórias já se notam em fevereiro (Rio de Janeiro) ..." (p. 680).
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Figura 2. As partes superiores da andorinha-do-campo são marrons-cinzas, sem o brilho azul característico de Progne chalybea.
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Figura 3. Progne tapera fusca, voando.
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